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A MILÉSIMA SEGUNDA NOITE - Fausto Wolff

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Descrição Rápida

Ou a história do mundo para sobreviventes


Escrito durante um período de dois anos, 'A milésima segunda noite' consiste em uma poderosa experiência literária que mostra detalhadamente a forma através da qual o autor enxerga o mundo. Enquanto o As mil e uma noites original consiste em variadas aventuras com fundo moral nas quais o homem comum usa da esperteza para superar suas origens e enfrentar os poderosos, 'A milésima segunda noite' traz o que o autor define como 'histórias sobre o caráter do homem passivo e a necessidade de transformá-lo em caráter crítico e revolucionário'. Wolff escreve sobre filosofia, religião, política, sexo, deuses, homens, psicanálise, paleontologia, arte, bebidas, mulheres e, é claro, Fausto Wolff. Do umbigo de Adão ao 11 de Setembro, o escritor conta histórias e relê a História sem nunca deixar de lado um estilo que funde os extremos - é mordaz e sensível, simples e erudito, chocante e engraçado, pungente e lírico.

A MILÉSIMA SEGUNDA NOITE - Fausto Wolff

Detalhes

Sobre o autor:

Fausto Wolff nasceu em Santo Ângelo, em 8 de julho de 1950. Começou a trabalhar aos catorze anos de idade como repórter policial e contínuo do jornal Diário de Porto Alegre. De família humilde, mudou-se para o Rio de Janeiro aos dezoito anos.

No Rio, chegou a manter três colunas simultâneas, escrevendo sobre televisão no Jornal do Brasil, sobre teatro na Tribuna da Imprensa e sobre política no Diário da Noite. Suas opiniões polêmicas e independentes também começaram a aparecer na TV, com o Jornal de Vanguarda de Fernando Barbosa Lima a partir de 1963.

Em 1968, atingido pela censura do governo militar, Fausto Wollf exilou-se na Europa, onde passou 10 anos, na Dinamarca e na Itália. Ainda no exílio, foi um dos editores de O Pasquim, além de diretor de teatro e professor de literatura nas universidades de Copenhague e Nápoles.

Na volta ao Brasil, com a Anistia de 1978, trabalhou em jornais como O Globo e Jornal do Brasil, mas em seguida passou a dedicar-se apenas à imprensa independente, em especial a O Pasquim. Apoiou Brizola em sua eleição para o governo do estado do Rio de Janeiro em 1982 e, a partir dessa experiência, organizou o volume "Rio de Janeiro, um Retrato: a Cidade Contada por seus Habitantes" (1985), considerado um dos mais completos retratos sociológicos da cidade.

A partir daí, longe do cotidiano das redações de jornais, dedicou-se à literatura, também se responsabilizando pela tradução de algumas obras. Voltou a colaborar para o Pasquim através da reedição do periódico, lançada em 1 de abril de 2002 e rebatizada de Pasquim 21. Em 1999, participou da revista de humor e política Bundas, onde assinava uma irônica coluna com o pseudônimo de Nataniel Jebão, um colunista social direitista e defensor da corrupção do poder.

Em seus últimos anos, manteve uma coluna diária no "Caderno B" do Jornal do Brasil.

Internado em 31 de agosto de 2008 com hemorragia digestiva, morreu por disfunção de múltiplos órgãos, no Rio de Janeiro, em 5 de setembro de 2008.

Ed. Bertrand Brasil - 743 pág. - brochura

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